Tem gente que é canguinha até no sentimento. Fica racionando tudo e até na hora de amar, usa o conta-gotas. Ó, sentimento não acaba não, viu?! Pode amar sem medo. A fonte nunca seca, transborda.
Friday, July 08, 2011
Thursday, July 07, 2011
Wednesday, July 06, 2011
Closer
Ele: você é uma stripper.
Ela: mas quando você percebeu isso?
Ele: não de início. Só quando cheguei mais perto.
Ela: é, faz sentido.
Tuesday, July 05, 2011
Quem não se comunica...
A mente precisa se aperfeiçoar para poder se comunicar. O coração já nasce pronto.
Sunday, July 03, 2011
Espiritualidade Express
De bode com as pessoas que colam na cara um óculos cor-de-rosa e instantaneamente saem por aí repetindo: somos todos seres de luz.
Saturday, July 02, 2011
Pergunta inútil
O que é pior? A dor da mudança ou a dor da repetição dos erros?
***
“Quando a dor de não estar vivendo for maior que o medo da mudança, a pessoa muda.” Freud
Friday, July 01, 2011
Thursday, June 30, 2011
Wednesday, June 29, 2011
Cacoete de Performance
Eu queria ser uma daquelas pessoas incríveis que têm o desprendimento de apreciar o caminho, mas prefiro ser sincera e assumir que não sou. Ou ainda não. Fui treinada ou domesticada, sei lá, por performance. Acostumei a ter o alvo como meta. Ou a meta como alvo. E pior: este tipo de estratégia sempre deu certo. Deu tanto certo que um dia, deu errado. Óbvio! E na incidência dos erros, estou sendo delicadamente (delicadamente?) forçada a ver beleza na paisagem. Claro que se fosse por mim, eu continuaria traçando diversos objetivos e, sem nem olhar para o lado, já estaria em um dos meus destinos comemorando e dizendo: next! Tudo bem que a jornada seria ansiosa e sofrida e que a alegria seria pontual e fugaz. Mas, na real, também dói muito jogar fora todos os condicionamentos para aprender a ter prazer na caminhada. E é isso que está acontecendo agora: deixar fluir até poderia ser agradável, se não fosse tão doloroso sair de um padrão repetitivo.
Sem início, sem fim. Meio.
É como se eu não decidisse mais sobre a minha vida, como se uma força maior, sei lá, Deus, Daimon, Destino estivesse agindo em mim. Como se um algo sobrenatural, quem sabe divino, mas também muito moleque, ficasse me provocando, me conduzindo, me mostrando: “você é apenas um canal. Você não se governa”. É muito estranho isso. É como se eu estivesse sendo empurrada a uma fatalidade ainda desconhecida e a única coisa que ouço é: “você não precisa saber o que vai acontecer. Basta confiar”.
Eu queria saber o final...
Eu: Mas é tudo tão diferente do que eu planejei. Eu nunca imaginei que a minha vida seria essa. Vocês estão me pregando uma peça, que eu não sei ainda se é cômica ou trágica. Dá medo.
Eles: Ótimo! Era isso mesmo que queríamos, que o inesperado chegasse até você. Continue de olhos fechados e coração aberto. Pare de questionar. Dance no fluxo.
Eu: E se der errado? Como vocês se atrevem a me conduzir sem que eu saiba onde essa maluquice toda vai dar?
Eles: Êta, mulher rebelde. Tu já gosta de um calundu. Respire. A única coisa que você precisa fazer é confiar na mágica.
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